Cada registro processado alimenta todos os módulos — sem retrabalho, sem exportar e importar planilha entre times. Todas as telas abaixo são capturas reais da plataforma em operação, com um ciclo de 5 milhões de CDRs válidos.
Sem uma camada de classificação, terminais sem portabilidade resolvida, chamadas zeradas e prefixos especiais entram na declaração como válidos — e viram divergência ou perda silenciosa.
Classifica cada registro automaticamente: valida terminais contra o índice CNL com portabilidade atualizada, aplica o descritor BCDE e separa válidos (tarifa e tributo aplicados) de inconsistentes — cada um com o motivo do descarte registrado. Arquivos grandes vão para o pipeline server-side com upload resumível.
A operação sabe exatamente o que declara e o que descarta, linha a linha. Perda silenciosa vira dado acionável.
Cada arquivo importado vira um lote auditável: contagens de válidos e inconsistentes, hash de deduplicação (reenviar o mesmo arquivo substitui o lote, nunca duplica), verificação de integridade e ações de reprocessamento com tarifas atualizadas.
Histórico completo do que entrou no banco mestre — 39,5 milhões de registros no exemplo abaixo — com rastreabilidade de cada importação.
A operação sabe que há descarte, mas não sabe quanto representa em reais. O time trabalha na ordem de chegada — meses de esforço sem mover o ponteiro.
Cruza os CDRs descartados com as tarifas vigentes e calcula a receita recuperável em reais. Agrupa por causa raiz — a matriz SIP × duração é o DNA de cada CDR — e ordena pelo impacto financeiro, não pela quantidade.
Prioridade financeira: corrigir primeiro a causa que vale R$ 80 mil por ciclo, não a que vale R$ 3 mil.
Sobre a superfície de receita a receber (sentidos Entrada + Trânsito), aplica as 7 categorias canônicas de vazamento — volume, duração, tarifa, destino/EOT, exclusão indevida, contestação e prazo — com KPIs TM Forum: leakage detectado, recuperável, prevenido, taxa de recuperação e tempo de resolução.
Cada categoria vira uma fila de trabalho com evidências navegáveis e valor recuperável estimado — a hipótese financeira que embasa a decisão de contestar.
O DETRAF precisa sair todo ciclo no formato exato da Anatel. Processo manual = declaração que não bate com o trafegado — a semente da maioria das disputas.
Gera o DETRAF automaticamente a partir dos mesmos CDRs já processados: consolida por operadora, código tarifário (TU-RL, TU-RIU, VU-M, 0800…) e sentido, com export XLSX no leiaute Anexo V pronto para a Anatel e para a contraparte.
Declaração e conciliação partem da mesma base — consistente, auditável, sem intervenção manual.
A contraparte manda o DETRAF dela; alguém monta um PROCV; dois dias depois a conciliação está pronta — e desatualizada.
Importa a planilha da contraparte, identifica operadora e ciclo direto do arquivo e concilia automaticamente: apurado × cobrado em minutos e reais, evolução por Mês de Tráfego (com resíduos N-1/N-2 na janela de 90 dias), aging de créditos e sobrecobrança sinalizada linha a linha. Modo Conciliado desconta contestações ativas e mostra a exposição líquida real.
De dois dias para minutos, com financeiro e billing trabalhando sobre o mesmo número.
O resumo para a diretoria é uma planilha manual que demora horas e nasce obsoleta.
Um clique gera o documento executivo: receita reconhecível na janela de integralização (30/60/90 dias), disciplina de cobrança do fornecedor por ciclo (N, N+1, N+2, prescrita) e itens de ação priorizados — sobrecobrança a estornar, cobrança prescrita, delta de tarifa cobrada × apurada.
O CFO tem a posição de caixa da interconexão sempre atualizada — para negociação, auditoria e conselho.
É aqui que a maioria das operadoras perde o crédito: disputa por e-mail, PDF avulso, controle em planilha. Sem evidência CDR, a contraparte rejeita de ofício.
Formaliza a disputa de ponta a ponta: número sequencial, carta em Word no leiaute do Apêndice B com CDRs de evidência e cláusula contratual, estados rastreados (Rascunho → Enviada → Em Negociação → Acordo/Rejeitada) e snapshot que preserva os valores como estavam no envio.
No exemplo: R$ 21.300 contestados sobre R$ 25.520 cobrados — 75% da fatura em disputa formal, fechada em Acordo.
A contraparte cobra ICMS em UFs onde o regime COTEPE garante alíquota zero. Diluída na fatura, a cobrança indevida passa ciclo a ciclo.
Detalha o tráfego recebido por Mês de Tráfego e UF, cruzando com a tabela de regimes fiscais. Onde a alíquota deveria ser zero mas a fatura cobra ICMS, a linha vira divergência fiscal com o valor indevido calculado — exportável para o time contábil.
No exemplo: R$ 3.668 de cobrança indevida identificada em 10 UFs, com R$ 3.123 de economia COTEPE comprovada — em um único ciclo.
A tarifação só é confiável se a configuração for auditável. Todo o cadastro regulatório do Cycla tem vigência temporal, importação em massa e trilha de auditoria imutável.
Traga um arquivo de CDR e um DETRAF de contraparte — o resto é com a gente.